Escolhas com sabedoria

Fazer escolhas é um gesto diário de coragem. A cada dia, somos convidados a dizer “sim” para algumas coisas e, inevitavelmente, “não” para outras — e isso exige presença, escuta e um certo carinho por nós mesmos.

Escolher com sabedoria não significa acertar sempre. Significa, antes de tudo, escolher com consciência. É olhar para dentro, perceber o que faz sentido no momento, o que nutre, o que sustenta, o que aproxima daquilo que queremos ser. É ter a serenidade de admitir que não sabemos tudo, mas que ainda assim podemos seguir com gentileza.

E eu, como uma pessoa em constante evolução, busco exatamente isso: fazer escolhas conscientes, assertivas e menos reativas. Tenho aprendido a deixar o impulso de lado, a pausar antes de decidir, para que cada passo esteja alinhado com as minhas metas e com a pessoa que estou me tornando.
Quero que minhas atitudes revelem a minha competência, minha inteligência e meu valor — não porque eu precise provar algo a alguém, mas porque mereço viver aquilo que me honra e me fortalece.

A sabedoria também mora no simples: respirar antes de reagir, perguntar a si mesma se aquela escolha nasce do medo ou da vontade genuína. E quando erro — porque sim, isso acontece com todos — encontro sabedoria na capacidade de aprender, ajustar, recomeçar. Nada se perde quando há consciência. Cada passo é parte do caminho.

Que as minhas escolhas — e as suas também — venham sempre acompanhadas de leveza, lucidez e um toque de coragem. E que, como no vídeo da Jout Jout, (reels que publiquei a uns dias atras) possamos desejar a nós mesmas: “boas escolhas” — aquelas que nos honram, nos protegem e nos aproximam da nossa melhor versão.