Um lápis serve para escrever,
Um remédio para aliviar ou curar uma dor,

Uma colher para auxiliar na alimentação.

Produtos são feitos para determinadas coisas. Pessoas não.

Mas, mesmo assim, utilizamos muitos rótulos em nossas vidas. E estes, asssim como as definições dos itens acima, definem e limitam.

Limitam até mesmo por termos ideias claras da finalidade de determinados produtos e, muitas vezes, tentarmos nos encaixar em determinados moldes sociais para uma melhor aceitação de como devemos ser ou nos comportar.

Ao achar que:

Uma mulher serve apenas para ser mãe e cuidar do lar, toda vez que não há adequação das ações e opções de vida com esta definição, ficamos frustrados por não estarmos em sintonia em fazer aquilo que pensamos ter que fazer.

Outo exemplo seria,

Ao pensar que todo homem serve para proteção e da família e que não pode ser fraco ou mesmo chorar, conforme falei no post “Engole o choro menino, homem não chora” http://wp.me/p8FNky-32 , toda a inadequação a estas imagens do homem ideal podem vir a trazer sofrimento para ele ou mesmo para quem o cerca.

Somos ilimitados, únicos, especiais.

Compreender o valor que você tem te deixa a salvo de comparações equivocadas (que sempre estão relacionadas com o que você acha que não tem e que gostaria de ter/ser). Procure se ver com carinho. O mesmo carinho e cuidado que muitas vezes você dá ou distribui ao outro.

Até o próximo texto.

grazi

Grazielle dos Santos Barbosa de Jesus

Psicóloga Cognitivo Comportamental – CRP 05/46825
Psicóloga, Professora, Apaixonada pela vida e pelas práticas que possibilitem a qualidade no viver.

E-mail: psi.graziellejesus@gmail.com

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