Inicio esta postagem propondo mais uma reflexão sobre a vida e sobre a maneira pela qual muitas pessoas têm lidado com a modernidade no viver.

Você, querido leitor ou querida leitora, pode ter começado a ler este texto por conta do título. Tentei separar a palavra ‘simplicar’ em prol de reforçar o quanto muitas coisas na vida podem ficar simples. Mas, em geral, complicamos.

Pense num controle remoto.

Quantos botões, de fato, você precisa para ligar uma televisão ou um outro aparelho? Volta e meia me perco ao utilizar o controle do ar condicionado, tendo em vista a quantidade de botões que, de tantas funções e utilidades, a meu ver, confundem mais.

Para mim, seria muito melhor ter três ou quatro botões que fizessem o básico e contribuíssem para eu não perder tempo ao tentar usar o ar.

Pensando na vida, você tem buscado simplificá-la ou anda vivendo em prol de uma sofisticação que culmina, muitas vezes, em múltiplas funções que podem destoar do objetivo principal?

Um exemplo seria a realização de muitas tarefas e atividades, o exercício de múltiplas funções que podem tirar o foco do principal (seja lá qual for a sua prioridade).

Ao buscar um pouco mais sobre o ‘simplificar’, deparei-me com a música Nas margens de mim, Leoni / O Teatro Mágico que fala da dificuldade de ser simples.  Eis parte da letra:

Quando o sol acena, parte em mim, diz valer a pena ser assim

Que no fundo é simples ser feliz,

Difícil é ser tão simples, difícil é ser tão simples

Difícil mesmo é ser…

Difícil é ser simples. Também porque muitas vezes aprendemos que o melhor consiste no mais caro, no mais complexo, no que demanda mais tempo. E será que, de fato, é sempre assim?

Pense no quanto o simples pode ser incrivelmente bom.

Simplifique.

Fique simples.

Grande abraço,

Grazielle dos Santos Barbosa de Jesus
Psicóloga
CRP 05/46825
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