Conecte-se ao que realmente importa

 

O tema de hoje é tempo; ou melhor, falarei de conexões.

Quem me segue nas redes sociais deve ter percebido que nessa última semana foquei na publicação de imagens que tinham em comum a seguinte mensagem: conecte-se ao que realmente importa.

Você pode me dizer assim:

“Ah, eu já estou conectado.”

ou mesmo

“Eu sei o que é o mais importante para minha vida”

Mas venho lembrar que, muitas vezes, pelas diversas coisas que temos que fazer em nosso cotidiano, o que realmente importam fica em segundo plano. E, como eu disse em outro e-mail, o tempo passa rápido e não volta! O que passou e perdemos não pode ser “revivido”.

Nas postagens no Facebook e no Instagram, compartilhei as seguintes mensagens:

  1. A conversa em casa pode passar de 140 caracteres.
  2. Quando você larga o celular é o seu filho que vibra.
  3. Você não vai vê-lo crescer se continuar olhando para baixo.
  4. Tem gente solicitando a sua amizade dentro de casa.
  5. Mãe, qual é a senha para conversar com você?
  6. A vida com ele (o filho) é mais importante do que qualquer série.
  7. Tablet não abraça.
  8. Ele (o filho) só quer sua curtida.

E, com as mesmas, a mensagem que quis passar refere-se ao conecte-se ao que realmente importa!

Você pode me dizer que necessita do celular ou de estar conectado com as redes sociais por conta do trabalho ou mesmo para se distrair do dia estressante que teve. Porém, digo que decidi escrever esse e-mail para trazer um lembrete acerca dos automatismos que fazemos em nossas vidas, das coisas que realizamos e que passam sem nos darmos conta. Uma delas é o uso do celular.

Quem nunca ficou com ele na mão por minutos ou até horas sem fazer nada de extremamente necessário e/ou produtivo? Isso é bastante comum nos dias atuais.

É crescente, também, o número de pacientes crianças e adolescentes que atendo e que trazem a seguinte “queixa”: “meus pais não brincam comigo”. É isso é bastante sério. O brincar trás à tona o tempo junto uma vez que, em geral, se não há a brincadeira, possivelmente também não existe conversa. Pense sobre isso!

Conecte-se ao que realmente importa!

Falo de filhos, de família, falo para você e de você.

Finalizo com uma frase bastante pertinente para culminar o texto de hoje:

Não aceito, não trato, pioro!

Não aceitar no sentido de não se dar conta das escolhas que você vem fazendo resulta num não tratar, não buscar mudança de comportamento, de hábitos e culmina em piorar, pois a simples manutenção do comportamento de “não conexão” com o que realmente importa já pode estar trazendo consequências negativas para sua relação com seu filho ou filha ou mesmo com a família como um todo.

Coloco-me à disposição para tirar quaisquer dúvidas sobre essa temática.

Grande abraço,

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Grazielle dos Santos Barbosa de Jesus

Psicóloga Cognitivo Comportamental – CRP 05/46825
Blog: http://sobreviver.blog

Facebook  @pensandosobreviver

Instagram: @psicologa.graziellejesus / @sobreoviver

Email: psi.graziellejesus@gmail.com

Orientação de Pais

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Lidia de Jesus (Arteterapeuta) e Grazielle Jesus (Psicóloga). Empenhadas em falar (e ouvir) sobre o VIVER e contribuir para a construção de novas ações que possibilitem melhorias na qualidade de vida das pessoas.

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