Aceitar para agir

Pensei em utilizar uma analogia para falar das coisas que muitas pessoas sentem mas não conseguem mudar por não aceitarem que algo existe.

Explicarei.

Quando você machuca a mão, com um corte, por exemplo, você só começa a pensar em ações em prol do cuidado desta mão quando você aceita que há uma dor gerada pelo machucado.

Se apesar do corte ou do sangue na mão cortada você acha que sua dor é por conta do pé ou de outra parte do corpo, você não trata a mão.

Isso vale também para uma família que começa a perceber que um dos filhos apresenta comportamentos diferentes do das outras crianças da mesma faixa etária, por exemplo. Você entende que negar que há algo que compromete o desenvolvimento da criança não fará com que ela avance?

Por isso o titulo desta postagem, aceitar para agir. E o aceitar não implica num contentamento ou num acomodar-se com determinada situação, mas sim compreender que algo existe e que alguma atitude deve ser tomada em prol de melhorias na qualidade de vida.

Acontece assim com a vida como um todo.

Às vezes, o sofrimento vem por conta de situações que são repetidas quase que automaticamente. A grande questão é que o “deixar para lá” ou o encarar que não se tem o que fazer não trará mudanças.

A terapia auxilia no processo de autoconhecimento e no lidar com as situações que geram angústia, sofrimento e dor (ajuda não apenas nestes casos, mas em tudo o que tem a ver com a vida, com os hábitos, com o desenvolvimento pessoal, dentre outras situações).

Não falo de cura, mas sim no aprender a lidar com as situações da vida, compreendendo que o aceitar leva ao modificar ou ao flexibilizar. Sempre buscando melhores condições no viver.

Estou à disposição para tirar dúvidas sobre esta temática. Fiquei à vontade para perguntar.

Grande abraço,

Grazielle dos Santos Barbosa de Jesus

Psicóloga CRP 05/46825

Autoconhecimento Felicidade Orientação de Pais terapia Terapia Cognitivo Comportamental

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Lidia de Jesus (Arteterapeuta) e Grazielle Jesus (Psicóloga). Empenhadas em falar (e ouvir) sobre o VIVER e contribuir para a construção de novas ações que possibilitem melhorias na qualidade de vida das pessoas.

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