Se eu te perguntasse:

“Onde lemos historias?”

Qual seria sua resposta?

Em cima da cama?!

Ou então, 

“Diga um brinquedo de menino”

Você falaria “boneca”?

Ou mesmo, se eu perguntasse 

“O que colocamos na cabeça?”


Você diria “óculos”?

Talvez suas respostas não fossem estas.

Mas, poderiam ser se você convivesse com esta realidade de ler histórias em cima da cama, de brincar (ou ter brincado) com bonecas com meninos e meninas e de usar óculos, colocando-o na cabeça.

Percebe o quanto muito do que estamos acostumados a pensar como verdades absolutas podem ser relativizados, tendo em vista a realidade em que vivemos ou a maneira como fomos aprendendo a (con)Viver?

Numa postagem anterior em nosso Instagram, falamos sobre diferenças. E, principamente, sobre o respeito, não devendo estar condicionado a equiparação de pensamentos.

Acredito que as reflexões acima servem para a gente pensar sobre a nossa vida, sobre as escolhas que fazemos e, também, sobre as escolhas que os outros fazem.

Não ter o costume de ler ou ouvir histórias na cama poderia gerar uma resposta diferente, como “leio histórias no livro”. Não usar óculos poderia fazer com que a resposta acerca do que colocamos na cabeça fosse “boné ” ou “chapéu” .

Percebe o quanto nossas respostas, mesmo as mais simples, estão atreladas a nossa realidade?

Falaremos mais sobre questões como estas em outras postagens.

Fique à vontade para comentar e compartilhar!

Grande abraço, 

Grazielle dos Santos Barbosa de Jesus

Psicóloga – CRP 05/46825